A violência contra a mulher pode acontecer em casa, no trabalho, nos espaços públicos e também no ambiente digital. Por isso, precisa ser enfrentada com informação, responsabilidade e ação.
O Agosto Lilás reforça a importância de ampliar esse debate e ajudar a sociedade a reconhecer diferentes formas de violência. Além da agressão física, existem violências psicológicas, morais, patrimoniais, sexuais e digitais. Ameaças, humilhações, chantagens, perseguições, exposição sem consentimento e assédio não devem ser normalizados.
No ambiente profissional, empresas e lideranças precisam criar canais seguros de denúncia, orientar equipes e apurar relatos com seriedade. Comentários constrangedores, intimidações e atitudes abusivas também exigem atenção.
Esse compromisso se estende ao meio digital. Mensagens, redes sociais, e-mails e grupos corporativos não podem ser usados para intimidar, controlar ou expor mulheres.
O Ligue 180 oferece orientações sobre direitos, serviços de atendimento e encaminhamento de denúncias.
Combater a violência contra a mulher não é responsabilidade da vítima. É um compromisso coletivo.
O SINDIESP apoia iniciativas que promovam respeito, igualdade, segurança e dignidade. Nenhuma forma de violência deve ser aceita.


